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Formatos de vídeo ad: comparativo

Pre-roll, mid-roll, in-feed, masthead
Atualizado em: 17 de maio de 2026 Formatos de vídeo ad no YouTube, Meta, TikTok, LinkedIn; quando usar cada um.
Neste artigo: Como este tema funciona na sua empresa Formatos de vídeo ad Por que pensar formato por formato em vez de "vídeo ad" Formatos do YouTube (Google Ads) Formatos do Meta (Facebook e Instagram) Formatos do TikTok (TikTok Ads) Formatos do LinkedIn (LinkedIn Ads) Formatos em CTV (TV conectada) e mídia programática Como escolher formato por objetivo da campanha Especificações técnicas básicas por plataforma Mensuração e indicadores Conformidade — CONAR, LGPD e LBI Erros comuns que matam a campanha Sinais de que sua operação de vídeo ad precisa de revisão Caminhos para estruturar mídia paga em vídeo Seus vídeos pagos têm versões pensadas para cada formato ou são o mesmo arquivo replicado? Perguntas frequentes Diferença entre pre-roll e mid-roll? O que é in-feed? Bumper ad vale a pena? Como funciona o TrueView do YouTube? Anúncio do Reels é vídeo ad? Qual formato converte mais? Fontes e referências
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Como este tema funciona na sua empresa

Pequena empresa

Mídia paga em vídeo entra por um ou dois formatos em uma ou duas plataformas — geralmente vídeo in-feed no Instagram/Facebook (Meta Ads) e/ou TrueView in-stream no YouTube (Google Ads). Investimento mensal típico entre R$ 1.500,00 e R$ 15.000,00, gerido por analista de marketing acumulando funções ou por agência boutique. Criativo costuma ser único, adaptado em proporção (quadrado para feed, vertical para Stories e Reels) mas com a mesma peça base. Prioridade: produzir vídeo com legenda queimada, gancho nos primeiros 3 segundos e teste de 2-3 versões por campanha.

Média empresa

Mix de 4 a 6 formatos rodando em paralelo: TrueView in-stream e bumper de 6 segundos no YouTube; in-feed, Stories e Reels no Meta; In-Feed e Spark Ads no TikTok; vídeo in-feed no LinkedIn em B2B. Investimento mensal típico de R$ 30.000,00 a R$ 300.000,00, com analista de mídia dedicado interno ou agência de propaganda. Programa contínuo de teste A/B de criativo (3-5 versões por campanha) e mensuração de View-Through Rate, custo por visualização e brand lift quando o orçamento justifica. Versão por formato e duração padronizada.

Grande empresa

Portfólio completo: YouTube (TrueView in-stream, non-skippable, bumper, in-feed, Shorts, masthead), Meta (in-feed, Stories, Reels, in-stream), TikTok (TopView, In-Feed, Spark, Branded Effects), LinkedIn (in-feed, conversation), CTV (Pluto, Globoplay, YouTube TV). Investimento mensal em milhões de reais. Equipe de analytics de marketing dedicada, agência de propaganda master integrada, produtora de conteúdo com pipeline contínuo de criativos por formato. Mensuração inclui brand lift incremental, alcance único por plataforma e atribuição multitouch.

Formatos de vídeo ad

são os formatos publicitários em vídeo oferecidos pelas plataformas de mídia paga (YouTube, Meta, TikTok, LinkedIn, mídia programática e TV conectada — CTV), cada um com regras próprias de duração, posicionamento (in-stream dentro de vídeo, in-feed dentro do conteúdo, intersticial entre conteúdos), possibilidade ou não de pular o anúncio (skippable vs. non-skippable), modelo de leilão e cobrança (por visualização — CPV, por mil impressões — CPM, ou por conversão), e métrica de sucesso esperada (alcance, visualização, consideração, conversão).

Por que pensar formato por formato em vez de "vídeo ad"

Tratar todo anúncio em vídeo como uma única coisa é o erro mais comum em mídia paga. Cada formato tem regra própria de duração, possibilidade de pular, leilão, métrica esperada e proporção. Subir o mesmo arquivo de vídeo em todas as plataformas significa:

Vídeo horizontal de 30 segundos no Reels (que é vertical e premia o gancho nos primeiros segundos) gera baixo desempenho. Vídeo longo sem ponto de corte no TrueView in-stream (que é skippable após 5 segundos) é abandonado em massa. Vídeo silencioso depende de legenda — sem ela, perde a mensagem em todo feed que roda em mudo (que é a maioria). Vídeo com gancho lento nos primeiros 3 segundos é descartado antes do conteúdo principal aparecer.

O resultado: investimento queimado em criativo desadaptado. Operação madura produz versões pensadas por formato — proporção, duração, gancho, legenda, chamada para ação — e testa qual variação funciona melhor em cada plataforma.

Formatos do YouTube (Google Ads)

YouTube é o canal de vídeo mais maduro em termos de variedade de formato e mensuração. Tudo é operado pelo Google Ads.

TrueView in-stream skippable. Anúncio que toca antes (pre-roll), durante (mid-roll) ou depois (post-roll) do vídeo do YouTube. Usuário pode pular após 5 segundos. Você só paga se o espectador assistir 30 segundos ou clicar — o que torna o formato eficiente para teste e para conteúdo mais longo. Duração: 12 segundos a vários minutos (recomendado 15-60 segundos). Indicado para reconhecimento de marca, consideração e — com a variação TrueView for Action — conversão.

Non-skippable in-stream. Mesma posição do TrueView (antes ou durante o vídeo), mas o usuário não pode pular. Duração estrita: 15 segundos. Cobrança por CPM (mil impressões). Indicado para mensagem direta de alcance amplo — quando você precisa garantir que a mensagem completa seja vista. Risco: irritação se o conteúdo não for relevante.

Bumper ad. Vídeo de até 6 segundos non-skippable, antes do conteúdo. Cobrança por CPM. Formato muito eficiente para reforço de marca e mensagens curtas — exige criativo desenhado para impacto em 6 segundos (logo, claim, ação visual marcante). Excelente complemento a outros formatos no funil.

In-feed video ads (antigo TrueView Discovery). Anúncio que aparece como sugestão na home do YouTube, na coluna de resultados de busca ou ao lado de outros vídeos. Usuário clica voluntariamente para assistir — você paga pelo clique, similar a anúncio de busca. Indicado para conteúdo que vale ser descoberto por quem está buscando algo relacionado.

Shorts ads. Anúncio em vídeo vertical no feed de Shorts, formato curto que compete com TikTok e Reels. Duração até 60 segundos. Indicado para alcance jovem e para reaproveitar criativo de Reels/TikTok.

Masthead. Anúncio premium na home page do YouTube — formato de alto alcance e alto custo, reservado para grandes campanhas de marca. Compra é por reserva (não leilão) e exige investimento alto. Indicado para lançamento de marca ou campanha institucional grande.

Formatos do Meta (Facebook e Instagram)

Operado pelo Meta Ads (antigo Facebook Ads Manager), cobre Facebook, Instagram, Messenger e Audience Network.

In-feed vídeo. Vídeo no feed principal do Facebook e Instagram, entre posts orgânicos. Proporção quadrada (1:1) ou vertical (4:5) costuma ter melhor desempenho que horizontal. Duração efetiva: 15-60 segundos, com mensagem clara nos primeiros 3 segundos. Autoplay em mudo é a regra — legenda queimada é praticamente obrigatória.

Stories ads. Vídeo vertical (9:16) exibido entre Stories de amigos e contas seguidas. Duração até 60 segundos por card, mas vídeo único costuma funcionar em 15 segundos. Tela cheia, formato imersivo, exige criativo pensado para vertical desde a origem — não funciona com vídeo horizontal cortado.

Reels ads. Vídeo vertical (9:16) no feed de Reels, formato curto que compete com TikTok. Duração até 60 segundos, com gancho forte nos primeiros segundos. Algoritmo premia vídeo nativo, com edição e estética alinhadas ao formato — não vídeo de TV adaptado.

In-stream vídeo. Anúncio que toca dentro de vídeo longo no Facebook (similar ao YouTube in-stream). Volume é menor que no YouTube; uso típico em audiência específica.

Audience Network vídeo. Anúncio em vídeo exibido em apps e sites parceiros do Meta fora das plataformas próprias. Útil para extensão de alcance em mídia programática integrada ao Meta.

Formatos do TikTok (TikTok Ads)

TikTok exige criativo nativo — vídeo vertical, edição rápida, áudio relevante, estética alinhada ao algoritmo. Vídeo "publicitário" tradicional costuma ter desempenho ruim.

TopView. Anúncio premium que ocupa a tela completa no momento em que o usuário abre o app. Formato de alto alcance e alto custo, indicado para lançamento e grande mensagem de marca. Compra por reserva.

In-Feed. Vídeo no feed "Para você" entre vídeos orgânicos. Duração até 60 segundos, com cobrança por leilão (CPV ou CPM). Formato dominante para campanhas correntes. Criativo precisa parecer nativo — texto na tela, edição rítmica, áudio relevante.

Spark Ads. Promoção de vídeo orgânico (próprio ou de criador parceiro) como anúncio. Vantagem: aproveita engajamento real (curtidas, comentários, compartilhamentos) acumulado pelo vídeo original, o que aumenta a credibilidade. Formato consolidado para colaboração com criadores.

Branded Effects. Filtros e efeitos visuais customizados que usuários podem aplicar em vídeos próprios. Formato de engajamento — não de tráfego direto. Indicado para campanhas de marca com componente de participação do público.

Formatos do LinkedIn (LinkedIn Ads)

LinkedIn é canal premium para B2B. Custo por mil impressões é alto, mas a segmentação por cargo, empresa, setor e senioridade entrega audiência qualificada.

Vídeo in-feed. Vídeo no feed principal do LinkedIn, entre posts orgânicos. Duração efetiva: 15 segundos a 3 minutos. Proporção quadrada ou horizontal funciona bem. Indicado para reconhecimento de marca em B2B, divulgação de webinar, casos de cliente e demonstração de produto.

Conversation Ads com vídeo. Anúncio em formato de mensagem que abre uma conversa com botões de escolha (similar a chatbot). Vídeo pode ser embutido. Indicado para nutrição de contato qualificado, convite para evento e teste de produto.

LinkedIn não tem volume de inventário próprio para vídeo curto vertical no estilo Reels/TikTok — usuário do LinkedIn consome mais em desktop e em vídeo horizontal/quadrado.

Formatos em CTV (TV conectada) e mídia programática

CTV é o crescimento mais rápido em mídia digital. Inclui Pluto TV, Globoplay (com anúncio), YouTube TV em smart TV, Samsung TV Plus, Roku, Vix e plataformas de streaming com modelo gratuito sustentado por anúncio (AVOD — advertising-supported video on demand).

Pre-roll e mid-roll em CTV. Anúncio em vídeo dentro de conteúdo de streaming em tela grande. Duração padrão de 15 ou 30 segundos. Não skippable em geral. Mensuração por impressões e completion rate. Vantagem: tela grande, atenção alta, audiência migrando de TV linear; segmentação digital com dados do usuário. Indicado para campanhas de marca de médio e grande porte.

Vídeo display programática em web (in-stream e outstream). In-stream: vídeo dentro de player de conteúdo (similar ao YouTube). Outstream: vídeo embutido dentro de artigo de portal, em formato que abre quando o usuário rola até ele. Operado por plataformas de demanda (DSP — Demand-Side Platform: The Trade Desk, DV360, Adform).

Pequena empresa

Concentre em um ou dois formatos. Para B2C local, comece com Meta in-feed (proporção quadrada) e Reels (vertical). Para B2B, comece com LinkedIn vídeo in-feed e TrueView no YouTube. Use o mesmo conceito de criativo adaptado por formato (vertical para Reels, quadrado para feed) — não o mesmo arquivo. Investimento típico R$ 1.500,00 a R$ 15.000,00/mês. Teste 2-3 versões por campanha; teste mais que isso pulveriza a aprendizagem.

Média empresa

Mix de 4-6 formatos com programa de teste contínuo. TrueView e bumper no YouTube; in-feed, Stories e Reels no Meta; In-Feed e Spark no TikTok quando o público encaixa; vídeo in-feed no LinkedIn em B2B. Produza 3-5 versões de criativo por campanha — vídeo de marca de 60s, versão curta de 15s e bumper de 6s do mesmo conceito. Investimento típico R$ 30.000,00 a R$ 300.000,00/mês. Analista de mídia interno ou agência aciona o trafficking.

Grande empresa

Portfólio completo com CTV e formatos premium (masthead, TopView). Pipeline contínuo de criativo por formato — não campanha eventual. Mensuração avançada (brand lift, alcance único por plataforma, atribuição multitouch). Agência master integrada coordena criativo, mídia e mensuração. Investimento em milhões de reais por mês. Manual de boas práticas por formato versionado e auditado.

Como escolher formato por objetivo da campanha

Reconhecimento de marca (awareness). Bumper de 6s no YouTube + Reels e Stories no Meta + TopView ou In-Feed no TikTok + CTV pre-roll. Mensuração: alcance único, frequência, brand lift se o orçamento justificar. Métricas auxiliares: completion rate, visualização única.

Visualização e engajamento (view). TrueView in-stream no YouTube + In-Feed no TikTok + in-feed Meta. Métrica primária: View-Through Rate (VTR), custo por visualização (CPV) e tempo médio de visualização. Indicado para meio de funil — quem assistiu o vídeo conheceu a marca.

Consideração. Vídeo in-feed mais longo (30-60 segundos) no Meta e LinkedIn; TrueView in-stream com versão de 60-90 segundos no YouTube; in-feed no TikTok com Spark Ad de criador parceiro. Métricas: taxa de clique, tempo de visualização longo, visita à página de destino.

Conversão. TrueView for Action no YouTube; in-feed no Meta com objetivo de conversão; Spark Ads no TikTok com link de destino. Vídeo precisa ter chamada para ação clara, oferta concreta e link rastreado. Métrica primária: conversão atribuída, custo por aquisição.

Especificações técnicas básicas por plataforma

Cada plataforma muda especificação com alguma frequência — consulte sempre o guia oficial atualizado antes de produzir. Visão geral:

YouTube. Proporção 16:9 (horizontal) é padrão; 9:16 para Shorts. Resolução mínima 1080p. Duração varia por formato (6s no bumper, 15s no non-skippable, até vários minutos no TrueView).

Meta. Proporção: 1:1 (quadrado, feed), 4:5 (vertical curto, feed), 9:16 (vertical pleno, Stories e Reels). Resolução mínima 1080×1080 para quadrado, 1080×1920 para vertical. Duração: feed até 240 minutos (prática 15-60s), Stories e Reels até 60s.

TikTok. Proporção 9:16 obrigatória. Duração até 60s no In-Feed (prática 15-30s). Áudio é essencial — TikTok consumido com som ligado por boa parte dos usuários, diferente de Reels.

LinkedIn. Proporção 16:9 ou 1:1 funciona bem; 9:16 também aceito mas com menos inventário. Duração até 30 minutos (prática 30s a 3 minutos). Resolução mínima 1080p.

CTV. Proporção 16:9 obrigatória. Resolução mínima 1080p (4K recomendado em inventário premium). Duração padrão 15 ou 30 segundos. Áudio essencial (TV em tela grande, som ligado).

Mensuração e indicadores

Visualizações. Conceito muda por plataforma. YouTube conta como visualização após 30 segundos (ou clique). Meta conta visualização a partir de 3 segundos contínuos. TikTok conta a partir do primeiro frame. Comparar "visualizações" entre plataformas sem normalização não faz sentido.

VTR (View-Through Rate). Percentual de impressões que viraram visualização completa. Boa métrica para comparar criativos dentro da mesma plataforma. Não compare VTR entre plataformas sem ajuste.

Completion rate. Percentual de quem começou a ver o vídeo e assistiu até o fim. Indicador de qualidade do criativo — completion rate baixo em vídeo curto é sinal de gancho fraco.

CPV (Cost Per View) e CPM (Cost Per Mille). Custos unitários. CPV: pagar por visualização completa (modelo TrueView). CPM: pagar por mil impressões (modelo bumper, non-skippable, CTV).

Brand lift. Aumento mensurável em reconhecimento de marca, intenção de compra ou favorabilidade após a campanha. Medido por pesquisa de público (oferecido pelo Google Ads e Meta a partir de orçamento mínimo, geralmente R$ 100.000,00).

View-through conversion. Conversão atribuída a quem viu o vídeo mas não clicou diretamente — converteu depois por outro canal. Métrica de atribuição complexa que exige cuidado para não dobrar contagem.

Conformidade — CONAR, LGPD e LBI

CONAR. O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária exige que anúncio seja identificado como publicidade. Em mídia em vídeo, isso significa que o usuário precisa entender que aquilo é um anúncio (não conteúdo orgânico disfarçado). Spark Ads e parcerias com criadores precisam sinalizar "publicidade" ou "parceria paga".

LGPD. Lei Geral de Proteção de Dados regula segmentação baseada em dados pessoais. Para listas de público customizado (upload de email de cliente em plataforma de mídia), garantir base legal adequada (consentimento, legítimo interesse documentado). Encarregado de dados (DPO) precisa ter visão da operação de mídia.

LBI — acessibilidade. Anúncio em vídeo deveria ter legenda — tanto por LBI quanto pelo consumo em mute. Vídeo em CTV (TV conectada) precisa ter legenda quando o conteúdo é falado.

ECAD. Trilha musical em anúncio precisa ter direito autoral resolvido — ou música licenciada de banco (Artlist, Epidemic, Audiojungle), ou recolhimento via ECAD para música comercial.

Erros comuns que matam a campanha

Mesmo criativo em todas as plataformas. Já discutido — proporção e duração mudam. Vídeo horizontal de 60s no Reels não funciona.

Sem gancho nos primeiros 3 segundos. Plataforma com vídeo de feed (Meta, TikTok, YouTube Shorts) premia atenção imediata. Lago de 5 segundos de logo da empresa antes do conteúdo perde a audiência.

Sem legenda queimada. Vídeo silencioso ou com áudio dispensável em feed — boa parte dos usuários consome em mute. Legenda queimada cobre.

Duração errada para o formato. Vídeo de 90 segundos no bumper (limite 6s). Vídeo de 8 segundos no TrueView for Action (precisa de 12 mínimo). Vídeo de 5 minutos em Reels (algoritmo desfavorece).

Sem chamada para ação clara. Vídeo bonito sem indicação do que o usuário deve fazer — perde conversão. Texto na tela, voz e botão devem reforçar a mesma ação.

Investir tudo em um formato. Vídeo só em TrueView, ou só em Reels, ou só em CTV — perde a complementaridade dos formatos. Bumper reforça a memória do que foi visto em TrueView; Reels alimenta o reconhecimento que a CTV consolida.

Não respeitar mudo do mobile autoplay. Vídeo cuja informação principal está no áudio, em formato com autoplay mudo, perde a mensagem.

Sinais de que sua operação de vídeo ad precisa de revisão

Se três ou mais cenários abaixo descrevem a sua operação atual, vale repensar o desenho da operação antes da próxima campanha.

  • O mesmo arquivo de vídeo é subido em todas as plataformas, sem versão por proporção e duração.
  • Vídeo é publicado sem versão vertical para Stories, Reels e TikTok.
  • Vídeo não tem legenda queimada em formato de feed social.
  • Investimento de mídia está concentrado em um único formato de uma única plataforma.
  • Não há teste A/B de criativo — campanha sobe com um vídeo só.
  • Vídeo arranca com 5+ segundos de logo da empresa antes do conteúdo principal.
  • Métrica reportada é "visualizações" sem distinguir entre plataformas e definições.
  • Trilha musical do anúncio não tem documentação de licenciamento ou recolhimento via ECAD.

Caminhos para estruturar mídia paga em vídeo

A decisão entre internalizar a operação ou contratar agência depende do volume de investimento, da complexidade do mix de formatos e da capacidade analítica do time interno.

Implementação interna

Analista de mídia paga gerencia campanhas no Google Ads, Meta Ads, TikTok Ads e LinkedIn Ads. Produtora externa ou freelancer entrega criativo adaptado por formato. Marketing alinha estratégia, mensuração e relatórios.

  • Perfil necessário: analista de mídia paga sênior + editor de vídeo (ou produtora terceirizada)
  • Quando faz sentido: investimento mensal acima de R$ 80.000,00, time interno capaz de mensurar resultados, foco em poucos formatos com profundidade
  • Investimento: salário do analista (R$ 8.000,00 a R$ 18.000,00/mês) + produção de criativo (R$ 3.000,00 a R$ 25.000,00 por mês conforme volume)
Apoio externo

Agência de propaganda ou agência de marketing digital cuida do mix completo — estratégia, criativo adaptado por formato, trafficking, mensuração. Produtora audiovisual entrega criativo polido. Equipe interna valida e aprova.

  • Perfil de fornecedor: agência de propaganda integrada, agência de mídia digital com expertise em vídeo, produtora de filmes e vídeos para criativo polido
  • Quando faz sentido: mix complexo (5+ formatos), múltiplas plataformas em paralelo, necessidade de criativo em volume alto, mensuração avançada (brand lift)
  • Investimento típico: taxa de agência de R$ 15.000,00 a R$ 80.000,00/mês + produção de criativo (R$ 8.000,00 a R$ 80.000,00 por campanha)

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Perguntas frequentes

Diferença entre pre-roll e mid-roll?

Pre-roll é o anúncio em vídeo que toca antes do conteúdo principal — usuário precisa assistir (ou pular, no caso de skippable) para chegar ao vídeo que escolheu. Mid-roll toca durante o conteúdo, geralmente em ponto de quebra natural em vídeos longos (acima de 8 minutos no YouTube). Post-roll toca depois do vídeo principal terminar. Pre-roll tem maior alcance e completion rate; mid-roll tem audiência mais engajada (quem já está no vídeo); post-roll tem alcance baixo porque muitos usuários saem antes.

O que é in-feed?

In-feed é o anúncio em vídeo que aparece no feed da plataforma — Instagram, Facebook, TikTok, LinkedIn, Shorts do YouTube — misturado a posts orgânicos. O usuário não escolhe ver: o vídeo aparece enquanto ele rola o feed. Por isso, gancho nos primeiros 3 segundos é decisivo. Autoplay em mudo é a regra, o que torna legenda queimada quase obrigatória. Proporção quadrada (1:1), vertical curta (4:5) ou vertical plena (9:16) conforme a plataforma — vídeo horizontal de TV não funciona em in-feed.

Bumper ad vale a pena?

Vale, especialmente como complemento de campanha. Bumper de 6 segundos non-skippable tem custo por mil impressões competitivo, completion rate alto (usuário não pula) e funciona muito bem para reforçar memória de marca após exposição a TrueView ou outro formato mais longo. Não é formato de conversão direta — é alavanca de reconhecimento e reforço. Para campanha de marca de médio e grande porte, somar bumper a TrueView aumenta a eficiência do investimento total.

Como funciona o TrueView do YouTube?

TrueView é a família de formatos do YouTube em que o anunciante só paga quando o espectador realmente assiste (TrueView in-stream paga quando o espectador vê 30 segundos ou interage; TrueView for Action paga por conversão). O usuário pode pular o vídeo após 5 segundos — quem pula não gera custo. Isso torna o formato eficiente para teste de criativo e para conteúdo mais longo. A versão for Action adiciona elementos de chamada para ação (botão, sobreposição) e é otimizada para conversão.

Anúncio do Reels é vídeo ad?

Sim. Reels Ads no Meta são vídeo em formato vertical (9:16), tela cheia, exibidos no feed de Reels do Instagram e Facebook. Funcionam por leilão (Meta Ads), com cobrança por impressão ou por conversão dependendo do objetivo. O criativo precisa ser nativo do formato — vídeo horizontal de TV cortado não funciona. Algoritmo premia edição rápida, áudio relevante, gancho forte e proporção certa. Indicado para alcance amplo, reconhecimento de marca e — com criativo adequado — conversão direta.

Qual formato converte mais?

Não existe formato universalmente "que converte mais" — depende do produto, da audiência e do estágio do funil. Para reconhecimento de marca, formatos de alto alcance (bumper, TopView, CTV pre-roll) costumam ter melhor relação custo-benefício. Para conversão direta, TrueView for Action no YouTube, in-feed do Meta com objetivo de conversão e Spark Ads do TikTok geralmente são mais eficientes. Para B2B, vídeo in-feed do LinkedIn entrega audiência qualificada apesar do custo por mil impressões mais alto. Teste A/B entre formatos com a mesma oferta é o único jeito de saber qual funciona no seu caso específico.

Fontes e referências

  1. Google Ads. Guia oficial de campanhas em vídeo no YouTube — formatos, especificações e mensuração.
  2. Meta Business. Formatos de vídeo no Facebook e Instagram — especificações técnicas e boas práticas.
  3. TikTok for Business. Ad formats — TopView, In-Feed, Spark Ads, Branded Effects e diretrizes de criativo.
  4. LinkedIn Ads. Especificações de vídeo in-feed e Conversation Ads — formatos e mensuração em B2B.
  5. IAB Brasil. Digital AdSpend e relatórios setoriais — referência de mercado para investimento em vídeo digital no Brasil.
  6. CONAR — Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária. Código brasileiro de autorregulamentação publicitária.