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Protocolo em caso de incêndio

Atualizado em: 29 de maio de 2026
Neste artigo: Como este tema se aplica ao seu condomínio O que fazer nos primeiros minutos de um incêndio Passo a passo do protocolo de evacuação Condomínios horizontais: atenção à propagação lateral O que o síndico deve fazer — e o que não é papel dele O que é papel do síndico O que não é papel do síndico Quando o incêndio ocorre à noite Equipamentos e sistemas que o condomínio precisa ter AVCB: o documento que comprova a conformidade Brigada de incêndio: o papel interno de cada condomínio Moradores com mobilidade reduzida: protocolo específico Os erros mais comuns e como o protocolo evita O condomínio precisa estruturar ou revisar o protocolo de incêndio? Perguntas frequentes O que fazer em caso de incêndio no condomínio? Posso usar o elevador em caso de incêndio? Qual é o número do Corpo de Bombeiros? O que é AVCB e o condomínio é obrigado a ter? Como o alarme de incêndio deve funcionar no condomínio? O que o síndico deve fazer quando o Corpo de Bombeiros chega? Fontes e referências
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Como este tema se aplica ao seu condomínio

Condomínio pequeno · até 50 unidades

O protocolo de emergência — acionar 193, alertar moradores, evacuar pelas escadas, reunir no ponto de encontro — é o mesmo independentemente do tamanho do condomínio. Em condomínios pequenos, a brigada informal é aceita pelo Corpo de Bombeiros na maioria dos estados; o síndico deve verificar as exigências locais para o porte do prédio.

Condomínio médio · 51 a 150 unidades

Com mais moradores, o risco de pânico e de congestionamento nas rotas de saída aumenta. Nesse porte, a formação de uma brigada de incêndio formal começa a ser exigida pelo Corpo de Bombeiros em vários estados. O AVCB é obrigatório e o treinamento periódico dos moradores passa a ter impacto real na eficácia da evacuação.

Condomínio grande · 151+ unidades

Com múltiplas torres ou blocos, o protocolo exige coordenação entre brigadas de cada unidade. A gestão da evacuação de moradores com mobilidade reduzida e a comunicação com o Corpo de Bombeiros na chegada são pontos críticos. O AVCB deve estar atualizado e o treinamento da brigada, documentado e realizado com frequência mínima definida pelo Corpo de Bombeiros do estado.

O protocolo de incêndio em condomínio é o conjunto de procedimentos que define o que cada pessoa deve fazer — morador, síndico e brigada de incêndio — desde o momento em que o fogo é detectado até a chegada e liberação pelo Corpo de Bombeiros. Ter o protocolo definido, comunicado e treinado é a diferença entre uma evacuação ordenada e um pânico coletivo. O número do Corpo de Bombeiros é 193, universal em todo o Brasil.

O que fazer nos primeiros minutos de um incêndio

Os primeiros minutos de um incêndio são os mais decisivos — e também os em que as pessoas mais cometem erros por tentar resolver sozinhas o que só o Corpo de Bombeiros pode resolver com segurança. O protocolo começa com três ações simultâneas e imediatas.

1. Acionar o Corpo de Bombeiros — 193. Essa é a primeira ligação, antes de qualquer outra. O 193 funciona 24 horas, em todos os estados brasileiros. Ao ligar, informar o endereço completo, o andar ou a localização do foco, se houver pessoas presas e se o fogo está controlado ou se espalhando. Não desligar até que o atendente libere a chamada.

2. Acionar o alarme de incêndio do prédio. Se o condomínio possui sistema de alarme, ele deve ser acionado imediatamente. O alarme avisa todos os moradores ao mesmo tempo e é mais eficaz do que bater de porta em porta. Se o alarme não funcionar ou não existir, a comunicação deve ser feita por outro meio — interfone, viva-voz ou brigada batendo nas portas.

3. Iniciar a evacuação pelas escadas. O elevador jamais deve ser usado em caso de incêndio. O calor pode travar o sistema, a fumaça se concentra nos poços de elevador e uma queda de energia deixa os ocupantes presos. A rota de saída é sempre a escada de emergência, identificada pela sinalização de segurança prevista na ABNT NBR 13434.

O que não fazer nos primeiros minutos: não tentar apagar um incêndio que já passou do ponto inicial sem treinamento e equipamento adequados; não perder tempo recolhendo pertences; não usar o elevador; não voltar ao apartamento depois de sair.

Passo a passo do protocolo de evacuação

Cada condomínio deve ter seu protocolo escrito, mas as etapas centrais são as mesmas para qualquer tipo de edificação residencial.

  1. Detectar o fogo ou receber o alerta. O foco de incêndio pode ser detectado por morador, porteiro, câmera ou detector automático de fumaça. Qualquer pessoa que identificar fogo ou fumaça suspeita deve agir — não esperar confirmação.
  2. Acionar 193 e o alarme. Conforme descrito na seção anterior: 193 primeiro, alarme em seguida. Os dois acionamentos devem acontecer em segundos.
  3. Avisar o síndico ou zelador. A comunicação interna — por interfone, rádio ou aplicativo — precisa chegar ao responsável pelo prédio. O síndico ou zelador coordena a evacuação e recebe o Corpo de Bombeiros na chegada.
  4. Sair do apartamento com calma. Antes de abrir a porta, tocar na maçaneta com o dorso da mão. Se estiver quente, não abrir — o fogo pode estar do lado de fora. Se estiver fria, abrir com cuidado, verificar o corredor e seguir para a escada de emergência.
  5. Descer pelas escadas com calma — não correr. Correr em escadas causa quedas, especialmente com crianças e idosos. Descer com a mão no corrimão, sem empurrar, orientando quem estiver ao redor. Se houver fumaça na escadaria, abaixar o corpo — o ar mais limpo está próximo ao chão.
  6. Dirigir-se ao ponto de encontro. O ponto de encontro é um local externo, seguro e previamente definido — geralmente na calçada em frente ou em espaço aberto do próprio condomínio, longe da edificação. Todos devem ir para lá e não dispersar.
  7. Não voltar ao apartamento. Depois de sair, ninguém volta. Nem para pegar documento, animal de estimação ou medicamento. O apego aos bens é um dos maiores fatores de risco em incêndios residenciais.
  8. Receber e orientar o Corpo de Bombeiros. O síndico ou zelador deve estar na entrada para indicar aos bombeiros a localização do foco, o número de moradores e se há pessoas que não saíram. Entregar o acesso ao prédio e não interferir nas operações.
  9. Isolar o fornecimento de gás e energia. Se for seguro fazer isso sem adentrar a área de risco, o zelador ou membro da brigada pode acionar os registros de gás e o disjuntor geral. Esse procedimento reduz o risco de explosão e de choque elétrico. Nunca fazer isso se implicar entrar em área com fumaça ou fogo.
  10. Aguardar a liberação dos bombeiros para reentrada. Nenhum morador deve voltar ao prédio antes que o Corpo de Bombeiros declare o local seguro. Mesmo que o fogo pareça controlado, gases tóxicos e estruturas comprometidas continuam perigosos.

Condomínios horizontais: atenção à propagação lateral

Em condomínios horizontais com casas térreas ou sobrados, a rota de saída costuma ser mais direta — não há necessidade de escadaria. No entanto, a propagação do fogo pelo telhado ou por vegetação entre lotes é um risco específico desse tipo de condomínio. O ponto de encontro deve ser externo ao conjunto e o isolamento elétrico de cada unidade precisa ser feito individualmente. O protocolo deve prever como isolar as unidades vizinhas ao foco para evitar que o fogo se alastre.

O que o síndico deve fazer — e o que não é papel dele

O síndico não é chefe de brigada e não deve combater o incêndio. Seu papel em uma emergência de incêndio é de coordenação, comunicação e suporte ao Corpo de Bombeiros — não de ação direta sobre o fogo.

O que é papel do síndico

  • Garantir que o protocolo existe e foi comunicado — antes da emergência, o síndico é responsável por ter o protocolo escrito, distribuído aos moradores e afixado nas áreas comuns.
  • Acionar os meios de comunicação interna — interfone, rádio ou aplicativo para alertar moradores e equipe.
  • Coordenar a evacuação — verificar se há moradores que precisam de auxílio, orientar a equipe do condomínio e garantir que o ponto de encontro está sendo usado.
  • Receber o Corpo de Bombeiros — estar na entrada, informar a localização do foco, o número de unidades e se há moradores não localizados.
  • Controlar o acesso ao prédio após o incêndio — impedir que moradores reentrem antes da liberação dos bombeiros.
  • Registrar o ocorrido — fazer boletim de ocorrência, contatar o seguro do condomínio e iniciar o processo de vistoria estrutural se necessário.

O que não é papel do síndico

  • Tentar apagar o fogo sem equipamento e treinamento adequados.
  • Entrar em área com fumaça para verificar o estado das unidades.
  • Tomar decisões sobre estrutura comprometida sem laudo técnico.
  • Autorizar reentrada antes da liberação do Corpo de Bombeiros.

A clareza sobre o papel do síndico também protege os moradores: quando o síndico sai do ponto de encontro para "verificar" o incêndio por conta própria, ele deixa de coordenar a evacuação e assume um risco pessoal desnecessário. A autoridade sobre o combate ao fogo é do Corpo de Bombeiros. O síndico apoia — não lidera — a operação de emergência.

Quando o incêndio ocorre à noite

Incêndios noturnos têm um risco adicional: moradores dormindo demoram mais para reagir ao alarme ou ao cheiro de fumaça. O protocolo deve prever como a portaria ou o zelador de plantão age quando o alarme dispara fora do horário comercial. O acionamento do 193 e a tentativa de comunicação com os moradores não podem esperar que "alguém acorde e perceba". A brigada de incêndio precisa saber exatamente o que fazer às 3h da manhã.

Equipamentos e sistemas que o condomínio precisa ter

Os equipamentos obrigatórios de combate e prevenção de incêndio variam por estado — cada unidade da federação tem seu próprio Corpo de Bombeiros Militar, que publica as Normas Técnicas (NTs) aplicáveis a cada tipo de edificação. A seguir, os sistemas mais comuns em condomínios residenciais verticais, conforme as normas técnicas em vigor.

  • Extintores de incêndio — quantidade, tipo e posicionamento definidos pelo Corpo de Bombeiros do estado, com base na área construída e na ocupação. Os extintores precisam estar dentro do prazo de validade da recarga e desobstruídos.
  • Mangueiras e hidrantes — obrigatórios em edificações acima de determinada altura (varia por estado). O sistema precisa ser testado periodicamente e as mangueiras devem estar em bom estado.
  • Sistema de alarme e detecção de fumaça — detectores automáticos de fumaça nas áreas comuns e, em prédios maiores, central de alarme integrada. O sistema deve ser verificado periodicamente para garantir funcionamento.
  • Sinalização de emergência — placas fotoluminescentes indicando saídas de emergência, rotas de evacuação, localização de extintores e hidrantes, conforme ABNT NBR 13434. A sinalização precisa estar visível, em bom estado e atualizada sempre que houver reforma que altere as rotas.
  • Iluminação de emergência — luminárias que entram em funcionamento automaticamente em caso de queda de energia, iluminando as rotas de saída e as escadas.
  • Escadas de emergência com portas corta-fogo — portas corta-fogo nas escadas de emergência são obrigatórias em edificações acima de determinado número de pavimentos. As portas devem fechar automaticamente e nunca devem ser travadas em posição aberta.
  • Sprinkling (chuveiros automáticos) — obrigatório em edificações de grande porte conforme as normas técnicas estaduais. Quando presente, exige manutenção periódica do sistema hidráulico.

AVCB: o documento que comprova a conformidade

O Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) — ou documento equivalente, que tem nome diferente em alguns estados, como CLCB (Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros) — é o documento que atesta que o condomínio atende às normas de segurança contra incêndio aplicáveis à sua edificação. O AVCB tem prazo de validade e precisa ser renovado periodicamente, conforme as regras do Corpo de Bombeiros do estado.

Ter o AVCB vencido é uma irregularidade que pode gerar multas, embaraço à comercialização de unidades e, em caso de sinistro, complicações com o seguro do condomínio. O síndico é responsável por acompanhar o vencimento e iniciar o processo de renovação com antecedência. Em caso de dúvida sobre a documentação exigida, o Corpo de Bombeiros do estado orienta.

Brigada de incêndio: o papel interno de cada condomínio

A brigada de incêndio é o grupo de pessoas treinadas para atuar nos primeiros instantes de uma emergência — antes da chegada do Corpo de Bombeiros. A exigência de brigada formal varia conforme o estado e o porte da edificação: em condomínios menores, o Corpo de Bombeiros local pode aceitar a designação de um zelador ou porteiro treinado como responsável interno. Em edificações maiores, a brigada deve ser composta por um número mínimo de membros treinados, conforme as normas técnicas estaduais.

Independentemente do porte, toda equipe do condomínio — porteiros, zeladores, faxineiros — deve saber:

  • Onde ficam os extintores e como usá-los
  • Como acionar o alarme
  • Qual é o ponto de encontro
  • Como ligar para o 193 e o que informar
  • Como auxiliar moradores com mobilidade reduzida na evacuação

Moradores voluntários podem integrar a brigada de incêndio. O treinamento para brigadas de incêndio em edificações é regulamentado pela ABNT NBR 14276. O Corpo de Bombeiros de cada estado também oferece orientações e, em alguns casos, cursos básicos para brigadas condominiais.

Moradores com mobilidade reduzida: protocolo específico

Idosos, pessoas com deficiência física, moradores acamados e crianças pequenas que não conseguem se locomover com autonomia são o ponto mais crítico do protocolo de evacuação. O condomínio precisa ter um registro atualizado de quais unidades têm moradores que precisarão de auxílio para sair — e a brigada deve saber exatamente quem vai a cada unidade.

Em edificações com mais pavimentos, o Corpo de Bombeiros orienta o uso de "área de refúgio" — espaço na escadaria ou em pavimento, protegido das chamas e da fumaça, onde o morador com mobilidade reduzida aguarda o resgate pelo Corpo de Bombeiros. Nunca orientar que esse morador tente descer a escada sem apoio profissional em uma emergência real.

Os erros mais comuns e como o protocolo evita

A maioria das mortes e lesões graves em incêndios residenciais não são causadas diretamente pelas chamas — são causadas pela fumaça, pelo pânico e por decisões equivocadas nos primeiros minutos. Conhecer os erros mais frequentes é parte do protocolo.

Erro comum Por que acontece Como o protocolo evita
Usar o elevador para sair Reflexo automático de quem mora no 15º andar Sinalização visível na porta do elevador; treinamento recorrente; alarme que desabilita o elevador
Voltar ao apartamento para pegar pertences Apego a documentos, animais e bens de valor Comunicação prévia sobre o risco; ponto de encontro fixo que dificulta o retorno desordenado
Abrir a porta sem verificar a temperatura Pressa para sair Treinamento: tocar a maçaneta com o dorso da mão antes de abrir
Correr e empurrar na escadaria Pânico Brigada orientando a descida; treinamentos que simulam a saída organizada
Tentar apagar o fogo sozinho Acreditar que é algo pequeno e controlável Protocolo claro: qualquer fogo visível já justifica o acionamento do 193
Não acionar o 193 porque "já chamaram" Assumir que outra pessoa já ligou Protocolo que designa responsabilidade: portaria ou zelador liga primeiro, com confirmação
Reentrar antes da liberação dos bombeiros Preocupação com animais de estimação ou com o estado da unidade Síndico controlando o acesso na entrada; comunicação clara sobre o risco de gases residuais

O protocolo não é garantia de ausência de erros — é a medida que aumenta a probabilidade de que as decisões certas sejam tomadas automaticamente, sem depender de raciocínio frio sob pressão.

O condomínio precisa estruturar ou revisar o protocolo de incêndio?

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Perguntas frequentes

O que fazer em caso de incêndio no condomínio?

O protocolo básico em caso de incêndio no condomínio tem dez passos: acionar o Corpo de Bombeiros pelo 193; acionar o alarme do prédio; avisar o síndico ou zelador; verificar a temperatura da porta do apartamento antes de abrir; sair pelo corredor e descer pelas escadas de emergência (jamais pelo elevador); ir ao ponto de encontro externo; não voltar para pegar pertences; aguardar os bombeiros; isolar gás e energia se seguro fazer isso; e só reentrar após a liberação do Corpo de Bombeiros.

Posso usar o elevador em caso de incêndio?

Não. O elevador jamais deve ser usado em caso de incêndio. O calor pode comprometer o sistema elétrico e travar a cabine; a queda de energia deixa os ocupantes presos; e o poço do elevador funciona como chaminé, concentrando fumaça tóxica. A saída é sempre pela escada de emergência, identificada pela sinalização de segurança prevista na ABNT NBR 13434.

Qual é o número do Corpo de Bombeiros?

O número do Corpo de Bombeiros é 193, universal em todo o Brasil, gratuito e disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. Ao ligar, informar o endereço completo com número, andar e referências; a localização do foco de incêndio dentro do prédio; se há pessoas presas ou sem conseguir sair; e se o fogo está se espalhando.

O que é AVCB e o condomínio é obrigado a ter?

O AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) — ou documento equivalente, que tem denominação diferente em alguns estados, como CLCB — é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros que atesta que a edificação atende às normas de segurança contra incêndio. É obrigatório para condomínios residenciais acima de determinadas características construtivas (altura, área, número de unidades), conforme as normas de cada estado. O AVCB tem prazo de validade e precisa ser renovado periodicamente; tê-lo vencido é uma irregularidade que pode ter consequências legais e junto ao seguro do condomínio.

Como o alarme de incêndio deve funcionar no condomínio?

O sistema de alarme de incêndio deve ser acionado automaticamente pelos detectores de fumaça ou manualmente pelos acionadores manuais instalados nos corredores e escadas. O sinal deve ser audível em todos os pavimentos da edificação. O sistema deve ser testado periodicamente — a frequência é definida pelo fabricante e pelo responsável técnico — para garantir que os detectores respondem e que o sinal alcança todo o prédio. Em edificações com central de monitoramento, o alarme deve também acionar a central remotamente.

O que o síndico deve fazer quando o Corpo de Bombeiros chega?

Quando o Corpo de Bombeiros chega, o síndico deve estar na entrada para recebê-los e informar: a localização exata do foco de incêndio, o número de pavimentos e unidades, se há moradores que não saíram ou que precisam de resgate, onde fica a central de hidrantes e o registro de gás, e se o condomínio tem planta da edificação disponível. O síndico deve então se retirar da área de operação e controlar o acesso de moradores, impedindo que qualquer pessoa reingresse no prédio antes da liberação dos bombeiros.

Fontes e referências

  1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás. Orientações em caso de incêndio. Verificar o site do Corpo de Bombeiros do seu estado para normas locais específicas.
  2. ABNT — Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 13434 — Sinalização de segurança contra incêndio e pânico. ABNT.
  3. SíndicoNet. Protocolo de incêndio no condomínio: o que o síndico precisa saber. SíndicoNet.