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Caderno de manutenção do condomínio

Atualizado em: 29 de maio de 2026
Neste artigo: Como este tema funciona no seu condomínio O que é o caderno de manutenção e por que ele existe Caderno de manutenção e manual do proprietário: documentos distintos O que registrar: os campos mínimos do caderno Como o caderno evolui conforme o porte do condomínio Em condomínio horizontal O caderno como proteção jurídica do síndico Passagem de mandato: como entregar e receber o histórico de manutenção Sinais de que o condomínio precisa estruturar seu caderno de manutenção Caminhos para estruturar o caderno de manutenção Precisa de apoio para organizar a manutenção do seu condomínio? Perguntas frequentes O que é o caderno de manutenção do condomínio? O caderno de manutenção é obrigatório? Como montar um caderno de manutenção para condomínio? O que registrar no histórico de manutenção do condomínio? Como passar o histórico de manutenção para o novo síndico? Qual ferramenta usar para registrar manutenções do condomínio? Fontes e referências
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Como este tema funciona no seu condomínio

Condomínio pequeno · até 50 unidades

Em condomínio pequeno, o caderno de manutenção pode ser um arquivo de planilha simples ou mesmo um caderno físico. A formalidade importa menos do que a existência do registro: anotar data, serviço realizado e prestador já protege o síndico e facilita qualquer futura prestação de contas para a assembleia.

Condomínio médio · 51 a 150 unidades

Com administradora presente e contratos mais estruturados, o caderno evolui para planilha padronizada ou módulo do aplicativo condominial. Nesse porte, o histórico acumulado começa a ter valor real: fundamenta negociações de reajuste com fornecedores, justifica cotações e embasa a previsão orçamentária do ano seguinte.

Condomínio grande · 151+ unidades

Em condomínios grandes, o caderno é digital e integrado ao software de gestão de manutenção. O histórico alimenta indicadores de eficiência, controle de garantias e relatórios para o conselho fiscal. O registro deixa de ser proteção individual do síndico e vira ativo do condomínio — passado de mandato em mandato.

O caderno de manutenção do condomínio é o documento de registro contínuo de todas as intervenções realizadas nas partes comuns da edificação — manutenções preventivas, corretivas, inspeções técnicas e substituições de componentes. Ele materializa o sistema de gestão de manutenção previsto na NBR 5674 (ABNT) e serve ao mesmo tempo como ferramenta de planejamento, instrumento de prestação de contas e proteção jurídica do síndico perante os condôminos e terceiros.

O que é o caderno de manutenção e por que ele existe

O caderno de manutenção existe para que o condomínio não dependa da memória de ninguém. É o documento que responde, a qualquer momento e para qualquer condômino, as perguntas básicas da gestão predial: o que foi feito, quando, por quem, com qual resultado e a que custo.

A NBR 5674, norma da ABNT que regulamenta a manutenção de edificações, estabelece que toda edificação deve ter um sistema de gestão de manutenção que contemple, entre outros elementos, o registro histórico das atividades realizadas.[1] O caderno é a forma mais direta de atender a esse requisito normativo — seja num arquivo físico, numa planilha ou num software dedicado.

Do ponto de vista da gestão, o caderno cumpre três funções simultâneas que se reforçam mutuamente. A primeira é operacional: evita retrabalho e facilita o diagnóstico quando um problema reaparece. A segunda é financeira: o histórico documenta o que foi gasto e quando, subsidiando a elaboração do orçamento do próximo exercício. A terceira é jurídica: em caso de acidente, sinistro ou questionamento judicial, o registro cronológico demonstra que o síndico agiu com diligência.

Vale dizer com clareza o que o caderno não é: ele não é um manual técnico de como fazer cada serviço, não é uma lista de fornecedores aprovados e não é o plano de manutenção preventiva. Esses documentos são complementares e idealmente existem ao lado do caderno — mas o caderno em si é o registro do que aconteceu, não do que deve acontecer.

Caderno de manutenção e manual do proprietário: documentos distintos

Outro ponto de confusão frequente é a diferença entre o caderno de manutenção e o manual do proprietário (ou manual da edificação) que o construtor entrega na entrega das chaves. O manual do proprietário descreve os sistemas instalados, os materiais usados e as periodicidades recomendadas pelo construtor — é um documento estático, elaborado uma única vez.[2] O caderno de manutenção é dinâmico: cresce a cada intervenção e registra o que de fato aconteceu ao longo da vida útil da edificação. O manual orienta o que fazer; o caderno documenta o que foi feito.

O que registrar: os campos mínimos do caderno

Um registro de manutenção só é útil se for completo o suficiente para ser compreendido por alguém que não esteve presente. O conjunto mínimo de campos que todo lançamento deve ter é:

  1. Data da intervenção — dia, mês e ano em que o serviço foi realizado
  2. Sistema ou área — o que foi atendido (ex: bomba de recalque, para-raios, playground, fachada leste)
  3. Tipo de manutenção — preventiva, corretiva, preditiva ou inspeção técnica
  4. Descrição do serviço — o que foi feito em linguagem direta, sem siglas internas
  5. Prestador de serviço — nome da empresa ou profissional, com CNPJ ou CPF
  6. Número da ordem de serviço ou nota fiscal — para rastreabilidade financeira
  7. Resultado — problema resolvido, pendência identificada, prazo de retorno
  8. Responsável pelo lançamento — síndico, zelador ou administradora que fez o registro

Alguns registros pedem campos adicionais por sua natureza. Manutenções em elevadores exigem o registro do técnico com habilitação e o número do relatório da empresa de manutenção. Inspeções de SPDA (para-raios) e sistemas de combate a incêndio exigem o laudo técnico com ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do responsável. Nesses casos, o caderno não substitui o laudo — mas deve conter a referência ao laudo e o local onde ele está arquivado.

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Os 8 campos mínimos listados acima são suficientes. Uma planilha com uma linha por serviço atende plenamente. O que não pode faltar em nenhuma hipótese: data, sistema atendido e prestador. Sem esses três campos, o registro perde rastreabilidade básica.

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Além dos campos mínimos, vale incluir colunas para valor pago, forma de aprovação (síndico ou assembleia) e data de vencimento da garantia do serviço. Com contratos de manutenção periódica (elevadores, CFTV, bombas), um campo de "tipo de contrato — pontual ou periódico" facilita o controle de cobertura.

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Em condomínios grandes, o caderno tipicamente incorpora: centro de custo (área comum específica, bloco ou torre), indicador de cumprimento do plano preventivo (previsto vs. realizado), link para o laudo ou ART digitalizado e campo de observação para o conselho fiscal. Software de gestão de manutenção predial gerencia esses campos de forma integrada.

Como o caderno evolui conforme o porte do condomínio

Não existe um único formato correto para o caderno de manutenção — existe o formato adequado para cada realidade. A NBR 5674 não exige um software específico nem um modelo de planilha padronizado: exige que o registro exista, seja mantido de forma sistemática e esteja disponível para consulta.[1]

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A ferramenta mais simples que o síndico conseguir usar de forma consistente é a melhor ferramenta. Um caderno físico guardado no condomínio, uma planilha no Google Drive compartilhada com o conselho fiscal, ou mesmo uma pasta de e-mails organizada por sistema — tudo isso funciona. O único requisito real é que o registro seja feito no ato ou logo após o serviço, não reconstruído semanas depois. Reconstrução de memória produz registros imprecisos e perde parte do valor de proteção jurídica.

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Nesse porte, a planilha estruturada com abas por sistema (elevadores, CFTV, bombas, áreas externas etc.) já traz ganho real de organização. Muitas administradoras oferecem módulo de registro de manutenção dentro da plataforma de gestão condominial — quando disponível, vale usar, porque centraliza o histórico e reduz o risco de perda por troca de gestão. O síndico deve supervisionar os lançamentos feitos pela administradora: erros de sistema ou data incorreta invalidam o histórico.

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Softwares dedicados de gestão de manutenção predial (como os usados em facilities) permitem o lançamento de ordens de serviço com fotos, geolocalização dentro da planta, alertas de vencimento de contrato e relatórios automáticos para o conselho fiscal. O investimento em software nesse porte costuma se pagar pela redução de manutenções corretivas de emergência — que, como referência de mercado, têm custo entre três e cinco vezes maior do que o serviço preventivo equivalente. O caderno digital também facilita a auditoria predial obrigatória em algumas cidades (como São Paulo, pela Lei 16.642/2017).

Em condomínio horizontal

Em condomínios horizontais (casas em condomínio fechado), o caderno de manutenção precisa incluir dois elementos ausentes na versão vertical: a infraestrutura viária (pavimentação, guias, sarjetas, drenagem pluvial) e o paisagismo de áreas comuns extensas. Esses sistemas têm ciclos de manutenção e vida útil muito diferentes dos sistemas prediais convencionais, e o registro separado evita confusão na análise histórica.

O caderno como proteção jurídica do síndico

O art. 1.348 do Código Civil atribui ao síndico a obrigação de guardar e zelar pelas partes comuns do condomínio, além de prestar contas à assembleia.[3] Na prática, isso significa que, em caso de acidente — queda em área molhada, falha em equipamento, incêndio — o síndico pode ser chamado a responder se tomou ou não as providências adequadas de manutenção.

O caderno de manutenção é o documento que comprova diligência. Ele demonstra, com datas e prestadores identificados, que o síndico não ignorou o sistema que falhou — que houve manutenção periódica, que laudos foram emitidos, que alertas técnicos foram registrados e encaminhados. Na ausência desse histórico, a defesa do síndico depende de testemunhos e documentos dispersos, o que é muito mais vulnerável.

O mesmo raciocínio se aplica a disputas com seguradoras. Quando o condomínio aciona o seguro predial após um sinistro, a seguradora pode questionar se houve negligência de manutenção que agravou o dano. O histórico documentado é a resposta mais direta a esse questionamento.

Um ponto que o briefing de elaboração deste artigo marca como ângulo essencial: o caderno protege não apenas o síndico atual, mas também o futuro. Um condomínio com histórico bem mantido expõe menos o síndico entrante a responder por problemas originados em gestões anteriores — especialmente quando a entrega foi formal e documentada.

Passagem de mandato: como entregar e receber o histórico de manutenção

A passagem de mandato é o momento mais crítico do caderno de manutenção. É quando o síndico sainte deve entregar ao entrante um histórico organizado, completo e compreensível — não uma pasta de notas fiscais avulsas nem um HD com arquivos sem nomenclatura.

O que o síndico sainte deve entregar na passagem de mandato:

  1. O caderno de manutenção atualizado até a data de entrega, com o último lançamento datado
  2. Os contratos de manutenção periódica vigentes (elevadores, CFTV, bombas, interfones), com data de vencimento e contato do prestador
  3. Os laudos técnicos e ARTs emitidos durante a gestão, organizados por sistema
  4. As pendências abertas — serviços identificados mas ainda não executados, com a justificativa
  5. O plano de manutenção preventiva para o período seguinte, se já elaborado

O síndico entrante, por sua vez, deve fazer o oposto: não assinar nenhum termo de recebimento sem verificar se os documentos acima estão de fato presentes e coerentes. Receber um condomínio sem histórico de manutenção é assumir a responsabilidade por problemas que podem ter origem em gestões anteriores — e a proteção começa no ato formal de entrega.

Quando o caderno está incompleto ou inexistente, o síndico entrante deve registrar formalmente essa situação na ata de passagem de mandato ou em comunicado ao conselho fiscal. Esse registro cria um marco claro: tudo que veio antes da entrega é responsabilidade de quem estava; o que vem depois é responsabilidade de quem assumiu.

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A passagem em condomínio pequeno muitas vezes acontece de forma informal, sem cerimônia. O risco é que o histórico se perca nesse processo. A solução mínima é fazer uma reunião de entrega com o conselho fiscal presente (mesmo que seja uma pessoa) e registrar em ata quais documentos foram entregues. Um checklist simples na ata já basta.

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Nesse porte, a administradora normalmente participa da passagem de mandato e pode ajudar a organizar o pacote de documentação. Vale pedir a ela um relatório de contratos ativos e histórico de serviços registrados na plataforma. O síndico entrante deve conferir o relatório e assinar com ciência — não apenas assinar por protocolo.

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Em condomínios grandes, a passagem de mandato pode incluir um período de sobreposição (geralmente de 15 a 30 dias) em que o síndico sainte apresenta os sistemas ao entrante. O caderno digital facilita muito essa transição: o acesso ao software é transferido, e o histórico fica integralmente disponível. Mesmo assim, o entrante deve fazer uma inspeção predial nos primeiros 60 dias, com relatório registrado, para estabelecer o estado documentado da edificação no início da gestão.

Sinais de que o condomínio precisa estruturar seu caderno de manutenção

Se você se reconhece em três ou mais dos cenários abaixo, o histórico de manutenção do condomínio precisa de atenção antes que um problema maior apareça.

  • O síndico não consegue dizer de cabeça quando foi a última manutenção das bombas de recalque ou do para-raios
  • Na última passagem de mandato, o histórico não foi entregue ou estava incompleto
  • Houve um problema recorrente no mesmo sistema em menos de 12 meses e ninguém sabe se o serviço anterior foi bem executado
  • A seguradora pediu comprovação de manutenção após um sinistro e o condomínio não tinha documentação organizada
  • O conselho fiscal pediu o histórico de manutenção na última prestação de contas e o síndico não soube apresentar
  • Há contratos de manutenção periódica vigentes, mas o zelador ou a administradora não registram as visitas dos prestadores
  • O orçamento do próximo ano foi feito sem base histórica de custos de manutenção dos anos anteriores

Caminhos para estruturar o caderno de manutenção

Organizar o histórico de manutenção pode ser feito com recursos internos do condomínio ou com apoio especializado — a escolha depende do porte, do nível de estruturação atual e do tempo disponível do síndico.

Estruturação interna

O próprio síndico ou zelador organiza o caderno com base nos documentos existentes (notas fiscais, laudos, e-mails de prestadores) e mantém os lançamentos correntes.

  • Perfil necessário: síndico ou zelador com disciplina de registro; em condomínios médios, apoio da administradora
  • Tempo estimado: 2 a 4 semanas para reconstituir o histórico retroativo; lançamentos correntes de 10 a 30 minutos por serviço
  • Faz sentido quando: condomínio pequeno ou médio com administradora ativa; síndico disposto a manter a disciplina de registro
  • Risco principal: lançamentos irregulares em períodos de alta demanda do síndico; perda de histórico em troca de administradora
Com apoio especializado

Consultoria de gestão condominial ou empresa de facilities assume a implantação do sistema, treina a equipe e configura a ferramenta de registro.

  • Tipo de fornecedor: Administração Condominial com módulo de manutenção; Consultoria em Gestão Predial (categoria oHub)
  • Vantagem: metodologia testada, integração com plano preventivo e controle de contratos desde o início
  • Faz sentido quando: condomínio médio ou grande sem histórico estruturado; passagem de mandato com lacuna documental grande
  • Resultado típico: sistema operacional em 30 a 60 dias, com histórico retroativo reconstituído a partir dos documentos disponíveis

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Perguntas frequentes

O que é o caderno de manutenção do condomínio?

É o documento de registro contínuo de todas as intervenções realizadas nas partes comuns da edificação — manutenções preventivas, corretivas, inspeções técnicas e substituições de componentes. Ele materializa o sistema de gestão de manutenção previsto na NBR 5674 e serve como ferramenta de planejamento, instrumento de prestação de contas e proteção jurídica do síndico.

O caderno de manutenção é obrigatório?

A NBR 5674 da ABNT exige que toda edificação tenha um sistema de gestão de manutenção com registro histórico das atividades realizadas. A norma não obriga um formato específico, mas a obrigação de registro existe. Em municípios que adotaram legislação de inspeção predial obrigatória — como São Paulo (Lei 16.642/2017) — o histórico documentado é exigido durante a vistoria.

Como montar um caderno de manutenção para condomínio?

O caderno precisa de, no mínimo, oito campos por registro: data da intervenção, sistema ou área atendida, tipo de manutenção, descrição do serviço, prestador (com CNPJ ou CPF), número da nota fiscal ou ordem de serviço, resultado do serviço e responsável pelo lançamento. Esse conjunto mínimo pode ser mantido em uma planilha simples, em módulo da plataforma da administradora ou em software dedicado, dependendo do porte do condomínio.

O que registrar no histórico de manutenção do condomínio?

Toda intervenção nas partes comuns: manutenções preventivas programadas (elevadores, bombas, CFTV, para-raios, sistemas de incêndio), manutenções corretivas emergenciais, inspeções técnicas com laudo, substituição de equipamentos e revisões de fachada ou impermeabilização. O registro inclui também as pendências identificadas mas ainda não executadas — isso é tão importante quanto registrar o que foi feito.

Como passar o histórico de manutenção para o novo síndico?

O síndico sainte deve entregar o caderno atualizado, os contratos de manutenção periódica vigentes com datas de vencimento, os laudos técnicos e ARTs organizados por sistema, e a lista de pendências abertas. O recebimento deve ser registrado em ata de passagem de mandato, com a presença do conselho fiscal. Se o histórico estiver incompleto, o síndico entrante registra essa situação formalmente — criando um marco claro entre o que existia antes e o que será construído a partir de agora.

Qual ferramenta usar para registrar manutenções do condomínio?

Depende do porte. Em condomínios pequenos, uma planilha no Google Drive ou Excel é suficiente. Em condomínios médios, o módulo de manutenção do aplicativo condominial que a administradora já usa é a opção mais prática — centraliza tudo em um só lugar. Em condomínios grandes, um software específico de gestão de manutenção predial permite controle de ordens de serviço, laudos, alertas de vencimento e relatórios para o conselho fiscal.

Fontes e referências

  1. ABNT. NBR 5674: Manutenção de edificações — Requisitos para o sistema de gestão de manutenção. Associação Brasileira de Normas Técnicas.
  2. ABNT. NBR 14037: Diretrizes para elaboração de manuais de uso, operação e manutenção das edificações. Associação Brasileira de Normas Técnicas.
  3. Brasil. Lei 10.406/2002 — Código Civil, art. 1.348. Planalto.gov.br.